Brincando de ser Deus: A Sindrome de Divindade

Homens com "síndrome de divindade" temos aos borbotões na história. Listá-los seria inviável e cansativo. Seus perfis são conhecidos. A vaidade exacerbada, a autoestima desequilibrada e o descolamento da realidade, que os levam a uma postura psicótica e perturbada e que os faz pensar serem algo que nunca foram e jamais serão: deuses. Vou me ater a rápidos modelos e paradigmas destes para demonstrar porque alguns planos de dominação nunca chegarão ao lugar pretendido.

Megalomaníaco nº 1: Ninrode
Nosso primeiro protótipo de anticristo tinha planos ambiciosos (alô, Bill Gates!). Ele queria construir uma torre que chegasse até o céu sob pretexto de proteger a população da época, igualzinho os ditadores que vieram depois. Eles sempre convencem as comunidades de que será ótimo para todos se eles chegarem ao poder e executarem seus projetos maquiavélicos. De Ninrode a Hitler o discurso é o mesmo. Resultado: o Deus dos Hebreus - e meu - bagunçou tudo. Fez as pessoas que estavam lá se desentenderem e, de quebra, criou as línguas. Resultado final: plano frustrado.

Megalomaníaco nº 2: Faraó
Outro surtado. Eles começaram adorando seus deuses como qualquer povo politeísta da antiguidade. Até que chagaram a um ponto de se considerarem filhos deles e, por fim, de eles mesmos serem um tipo de divindade. Sua megalomania está lá até hoje para quem quiser ver. O Egito foi a primeira superpotência da humanidade a se organizar em todos o seus setores: finanças, política, exército, religião, cultura e medicina. Até que resolveram empacar com o cara errado: Moisés. Resultado final: corpos boiando no Mar Vermelho e o início do fim da pompa faraônica.

Megalomaníaco nº 3: Hitler
Dispensa apresentações. Dizem as más línguas que alguns de seus "simplórios" projetos eram: encontrar a Arca da Aliança, o Graal e outros artefatos sagrados, e matar toda a população de Moscou para transformar a capital soviética em um grande lago. Louco e megalomaníaco é pouco. Resultado: sabemos o que aconteceu.

Megalomaníaco nº 4: Nabucodonosor
Era para ele ser o terceiro, por ordem cronológica, mas deixei para o final porque tem uma questão nele que é especial. Assim como os faraós, ele também era chegado a umas exorbitâncias. Não por acaso outra das maravilhas do mundo antigo saíram de sua mente ególatra: os jardins suspensos da Babilônia. O que gosto na história dele é o modo como Deus o coloca em seu lugar. Em um momento de devaneio prepotente, de auto exaltação, o imperador dos babilônios, assim como Ninrode, Faraó e Hitler, o maior poder de sua época, é surpreendido por um poder maior do que o de todos eles juntos, maior do que todo o poder de qualquer outra coisa junta, o poder que criou todas as coisas. Resultado: foi comer capim junto com os animais do campo.

Queridos, esse megalomaníacos da atualidade, Bill, tio Zuck, o feiticeiro húngaro, os pseudo sionistas da esquerda, etc., não são nada diante dos quatro exemplos que acabei de citar. Olha o que Deus fez com seus antecessores. Os caras querem escurecer o sol, reduzir a população global, controlar cada passo seu... Queridos, o fim desses caras está mais próximo do que eles imaginam, e cada um terá um diferente do outro, para servir de exemplo e testemunho. Só existe uma pessoa com poder para ditar regras para o mundo, e é aquele que o criou. Todos aqueles que tentaram e tentarem usurpar essa prerrogativa, cairão em desgraça e serão envergonhados. Dobrem seus joelhos somente diante daquele que criou os céus e a terra. Só ele é digno disso.

Neto Curvina