DOUTRINA: O que acontece com quem morre?


Para onde vai o bom quando morre?

O bom não vai para o céu quando morre. Ele descansa. A Bíblia diz que os mortos dormem, aguardando a ressurreição.

Para onde vai o mal quando morre?

O mal também não vai para o inferno quando morre. Ele igualmente descansa, aguardando o juízo.

Então para onde eles vão?

Ambos vão para o mesmo lugar: a morte, o descanso inconsciente. O corpo volta ao pó, e o fôlego de vida retorna a Deus, que o deu.

Eles vão para Deus?

Não como pessoas conscientes. O que volta a Deus é o fôlego da vida, não a pessoa. A pessoa permanece aguardando a ressurreição.

Quando acontece a separação?

A separação acontece no juízo, após a ressurreição. Os salvos recebem vida eterna com Deus; os ímpios sofrem a segunda morte, que é definitiva.

"...volta a Deus que o deu."

A Bíblia ensina que o ser humano não continua vivo de forma consciente após a morte.

Quando a pessoa morre, acontece o que Eclesiastes 12.7 descreve: “o pó volta à terra, como o era, e o espírito volta a Deus que o deu”. Volta o que Deus o emprestou.

Isso significa de fato

Todo ser humano pertence a Deus por criação, não por salvação.

O que volta a Deus é o fôlego de vida, o princípio vital que Ele concedeu a todo ser humano na criação. Mesmo quem nunca aceitou a Deus continua pertencendo a Ele como Criador, mas não como salvo.

Aceitar ou rejeitar Deus não muda a origem da vida, apenas o destino no juízo.

Na morte:

a) o corpo volta ao pó

b) os pensamentos cessam

c) não há consciência, alegria ou sofrimento

d) o justo e o ímpio entram no mesmo estado: o sono da morte

A separação entre justo e ímpio não acontece na morte, mas na ressurreição, no dia do juízo, quando Cristo voltar.

A sentença errada é acreditar que; até quem não aceitou a Deus volta para Ele. A sentença correta é; volta o que Deus emprestou, não quem a pessoa é.

Entenda... “Na morte não há prêmio nem castigo; há espera. O juízo é o momento da separação.”

Na morte, ninguém é recompensado nem punido. O destino é decidido em vida, mas revelado e executado somente no juízo final.

Por isso a esperança cristã não está em morrer, mas em ressuscitar.

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