Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás,
tanto a ti mesmo como aos que te ouvem. I Tim.4:16
tanto a ti mesmo como aos que te ouvem. I Tim.4:16
A Igreja Adventista da Promessa surgiu em 24 de janeiro de 1932, quando o pastor João Augusto da
Silveira foi batizado com o Espírito Santo. Nesse ponto, começa a sua história denominacional e
dogmática também, pois a igreja precisava, como organização religiosa, dizer ao mundo a que veio.
Precisava apresentar a sua doutrina, como fundamento da sua crença e da sua fé em Cristo Jesus. A
doutrina bíblica funciona como as colunas de um edifício, que dão sustentação e solidez ao
prédio. O conjunto doutrinário de uma organização mostra o que ela é perante Deus, mediante
os seus ensinos religiosos compatíveis com a verdade eterna das Santas Escrituras.
Falando sobre o valor do ensino religioso firmado na inspiração divina, diz John L. Dagg,
autor do Manual de Teologia:
autor do Manual de Teologia:
Quando a doutrina religiosa é considerada como objeto de especulação, a mente não se contenta
com a verdade simples conforme pode ser encontrada em Jesus, mas corre atrás de questões sem
proveito e acaba se enredando em dificuldades das quais é incapaz de desvencilhar-se. Disso é que
resulta o ceticismo de muitos. A verdade que poderia salvar e santificar as suas almas é por eles
intencionalmente rejeitada, por não satisfazer à sua imensa curiosidade e, tão pouco, solucionar
todas as suas perplexidades. Esses agem a maneira de um lavrador qualquer que rejeita a ciência
inteira da agricultura, recusando-se a cultivar o seu terreno, tão somente porque existem muitos
mistérios no desenvolvimento das plantas, os quais ele se sente incapaz de explicar. Se dermos
início à nossa inquirição pela verdade religiosa movidos pelo santo senso do dever e com o
propósito de fazer o melhor uso possível dessa verdade podemos estar certos do êxito. O Senhor
abençoará os nossos esforços, porquanto Ele mesmo prometeu: Se alguém quiser fazer a vontade
dele, conhecerá a respeito da doutrina (Jo 7:17). A medida em que formos avançando, iremos
descobrindo tudo quanto se faz necessário para qualquer finalidade prática; o senso do dever, sob o
qual haveremos de agir, não nos impulsionará para além desse limite. (Manual de Teologia, pp. l e
2).
com a verdade simples conforme pode ser encontrada em Jesus, mas corre atrás de questões sem
proveito e acaba se enredando em dificuldades das quais é incapaz de desvencilhar-se. Disso é que
resulta o ceticismo de muitos. A verdade que poderia salvar e santificar as suas almas é por eles
intencionalmente rejeitada, por não satisfazer à sua imensa curiosidade e, tão pouco, solucionar
todas as suas perplexidades. Esses agem a maneira de um lavrador qualquer que rejeita a ciência
inteira da agricultura, recusando-se a cultivar o seu terreno, tão somente porque existem muitos
mistérios no desenvolvimento das plantas, os quais ele se sente incapaz de explicar. Se dermos
início à nossa inquirição pela verdade religiosa movidos pelo santo senso do dever e com o
propósito de fazer o melhor uso possível dessa verdade podemos estar certos do êxito. O Senhor
abençoará os nossos esforços, porquanto Ele mesmo prometeu: Se alguém quiser fazer a vontade
dele, conhecerá a respeito da doutrina (Jo 7:17). A medida em que formos avançando, iremos
descobrindo tudo quanto se faz necessário para qualquer finalidade prática; o senso do dever, sob o
qual haveremos de agir, não nos impulsionará para além desse limite. (Manual de Teologia, pp. l e
2).
Vamos destacar três aspectos importantes nessas declarações, para melhor fixarmos o valor
da doutrina:
da doutrina:
Objetivo de especulação
Quando se estuda a Bíblia para simples especulação, o resultado positivo é praticamente nulo, pois
a pessoa não quer aprender para o seu benefício espiritual ou para o seu crescimento no
conhecimento, mas busca apenas os seus interesses particulares, procurando, na Bíblia, prova para
os seus desvarios, para as suas preferências. O resultado é sempre o afastamento da verdade e o
esfriamento da fé.
Quando se estuda a Bíblia para simples especulação, o resultado positivo é praticamente nulo, pois
a pessoa não quer aprender para o seu benefício espiritual ou para o seu crescimento no
conhecimento, mas busca apenas os seus interesses particulares, procurando, na Bíblia, prova para
os seus desvarios, para as suas preferências. O resultado é sempre o afastamento da verdade e o
esfriamento da fé.
1. A busca da verdade com responsabilidade
Pelo caminho da responsabilidade, o senso do dever aflora, através da demonstração de sede e
desejo ardente de conhecer a Palavra como fonte perene do ensino puro e salutar, para produzir uma
vida cristã segundo a vontade de Deus aos seus filhos. A Igreja de Beréia deu esse exemplo de
responsabilidade, na busca e na confirmação da doutrina. O texto de Atos 17:11 é uma bandeira que
deveria tremular em todos os lares cristãos:
Pelo caminho da responsabilidade, o senso do dever aflora, através da demonstração de sede e
desejo ardente de conhecer a Palavra como fonte perene do ensino puro e salutar, para produzir uma
vida cristã segundo a vontade de Deus aos seus filhos. A Igreja de Beréia deu esse exemplo de
responsabilidade, na busca e na confirmação da doutrina. O texto de Atos 17:11 é uma bandeira que
deveria tremular em todos os lares cristãos:
Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica, pois receberam a Palavra com toda
a avidez examinando as escrituras todos os dias para ver se as cousas eram de fato assim. A
nobreza daqueles irmãos apareceu exatamente pela atitude correta de estudarem a Palavra para
confirmação dos seus ensinos. É assim que o crente cresce em Cristo e no conhecimento santo do
evangelho.
a avidez examinando as escrituras todos os dias para ver se as cousas eram de fato assim. A
nobreza daqueles irmãos apareceu exatamente pela atitude correta de estudarem a Palavra para
confirmação dos seus ensinos. É assim que o crente cresce em Cristo e no conhecimento santo do
evangelho.
2. A autoridade da Bíblia
Em questão de fé e doutrina, a Bíblia é realmente a única autoridade. E ela que apresenta a verdade
pura, sempre a verdade. Há pessoas que, num confronto sobre assuntos de doutrina, apelam para os
seus guias religiosos: "O meu pastor disse isso ou ensina-me assim". O que deve interessar à pessoa
é: como ensina a Bíblia. A esse respeito, Paulo já dizia: Tudo o que dantes foi escrito, para nosso
ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança (Rm.
15:4). Sendo, portanto, a doutrina bíblica o fundamento da fé, é possível provar, na igreja, uma
evolução espiritual sustentada e direcionada pela verdade, na unção do Espírito Santo.
Em questão de fé e doutrina, a Bíblia é realmente a única autoridade. E ela que apresenta a verdade
pura, sempre a verdade. Há pessoas que, num confronto sobre assuntos de doutrina, apelam para os
seus guias religiosos: "O meu pastor disse isso ou ensina-me assim". O que deve interessar à pessoa
é: como ensina a Bíblia. A esse respeito, Paulo já dizia: Tudo o que dantes foi escrito, para nosso
ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança (Rm.
15:4). Sendo, portanto, a doutrina bíblica o fundamento da fé, é possível provar, na igreja, uma
evolução espiritual sustentada e direcionada pela verdade, na unção do Espírito Santo.
3. O ensino fundamental aos novos conversos
Na comissão de Jesus aos discípulos, registrada em Mt 28:19 e 20, encontramos o processo da
evangelização e do discipulado: pregar o evangelho para trazer as almas a Cristo é o primeiro passo
do trabalho religioso; ensinar a guardar todas as coisas, o segundo passo. Assim, a pessoa vai iniciar
uma carreira cristã orientada pelos santos ensinos, aprendendo a andar na presença de Deus, com
idoneidade cristã e com a certeza de que está praticando a fé em consciência da verdade. Eis por
que a igreja precisa ter o seu conjunto dogmático organizado: para dar o ensino de maneira
sistematizada, seguindo um roteiro, através do qual a doutrina vai sendo ministrada, na sua
evolução natural. Esse processo, pelo qual os recém-convertidos a Cristo passam, é como o da
criança, que, ao nascer, começa a alimentar-se do leite materno; alguns meses depois, de um tipo de
alimento bem leve, e, à medida que vai crescendo, passa a ingerir um alimento mais sólido, até a
idade adulta. (I Pé 2:2). Assim, a doutrina fortalece a fé e dá firme convicção ao crente. Observa-se,
com freqüência, pessoas que passam ou passeiam de igreja em igreja, com uma facilidade incrível.
Por que acontece isso? Só há uma resposta plausível: a falta de convicção na doutrina. Ao contrário,
se o crente é firme, os ventos de doutrinas estranhas e contraditórias podem soprar, mas ele fica
inabalável, porque confia na autoridade divina da Palavra que lhe ensinou a verdade.
Na comissão de Jesus aos discípulos, registrada em Mt 28:19 e 20, encontramos o processo da
evangelização e do discipulado: pregar o evangelho para trazer as almas a Cristo é o primeiro passo
do trabalho religioso; ensinar a guardar todas as coisas, o segundo passo. Assim, a pessoa vai iniciar
uma carreira cristã orientada pelos santos ensinos, aprendendo a andar na presença de Deus, com
idoneidade cristã e com a certeza de que está praticando a fé em consciência da verdade. Eis por
que a igreja precisa ter o seu conjunto dogmático organizado: para dar o ensino de maneira
sistematizada, seguindo um roteiro, através do qual a doutrina vai sendo ministrada, na sua
evolução natural. Esse processo, pelo qual os recém-convertidos a Cristo passam, é como o da
criança, que, ao nascer, começa a alimentar-se do leite materno; alguns meses depois, de um tipo de
alimento bem leve, e, à medida que vai crescendo, passa a ingerir um alimento mais sólido, até a
idade adulta. (I Pé 2:2). Assim, a doutrina fortalece a fé e dá firme convicção ao crente. Observa-se,
com freqüência, pessoas que passam ou passeiam de igreja em igreja, com uma facilidade incrível.
Por que acontece isso? Só há uma resposta plausível: a falta de convicção na doutrina. Ao contrário,
se o crente é firme, os ventos de doutrinas estranhas e contraditórias podem soprar, mas ele fica
inabalável, porque confia na autoridade divina da Palavra que lhe ensinou a verdade.
Os primeiros pontos da fé
A Igreja Adventista da Promessa tem o seu corpo doutrinário definido, desde que surgiu, em 1932.
No início, esses pontos de fé estavam reunidos em um pequeno livreto com o número de 24;
tratavam das doutrinas fundamentais da crença da IAP e eram usados para ministração de estudos
aos novos conversos Na Escola Bíblica, havia a Classe Batismal. A ela, eram enviados os novos
crentes e os jovens adolescentes das famílias promessistas. Nessa classe, o professor passava os
ensinos religiosos-doutrinários aos alunos, preparando-os para o batismo nas águas. Com esse
procedimento, a pessoa descia às águas com a convicção da doutrina ensinada pela igreja.
Como bom resultado dessa prática, a igreja cresceu de modo homogêneo, doutrinariamente.
Isso fez e faz da IAP um povo forte espiritualmente. A Igreja teve lutas na defesa da doutrina,
porque sempre apareceram os contraditores, que se tornam exploradores do evangelho e
deturpadores da verdade, mas a igreja venceu essa batalha, porque está escudada na Palavra de
Deus, que é inspirada e verdadeira.
A Igreja Adventista da Promessa tem o seu corpo doutrinário definido, desde que surgiu, em 1932.
No início, esses pontos de fé estavam reunidos em um pequeno livreto com o número de 24;
tratavam das doutrinas fundamentais da crença da IAP e eram usados para ministração de estudos
aos novos conversos Na Escola Bíblica, havia a Classe Batismal. A ela, eram enviados os novos
crentes e os jovens adolescentes das famílias promessistas. Nessa classe, o professor passava os
ensinos religiosos-doutrinários aos alunos, preparando-os para o batismo nas águas. Com esse
procedimento, a pessoa descia às águas com a convicção da doutrina ensinada pela igreja.
Como bom resultado dessa prática, a igreja cresceu de modo homogêneo, doutrinariamente.
Isso fez e faz da IAP um povo forte espiritualmente. A Igreja teve lutas na defesa da doutrina,
porque sempre apareceram os contraditores, que se tornam exploradores do evangelho e
deturpadores da verdade, mas a igreja venceu essa batalha, porque está escudada na Palavra de
Deus, que é inspirada e verdadeira.
Os 24 pontos de fé serviram ao ensino da IAP, durante quase duas décadas. O progresso, em todos
os aspectos, foi sempre um alvo da igreja. No sentido doutrinário, esse progresso também esteve
sempre presente.
os aspectos, foi sempre um alvo da igreja. No sentido doutrinário, esse progresso também esteve
sempre presente.
Surge o Doutrinal.
Outros assuntos vieram a enriquecer o conjunto doutrinário. Entre o surgimento do Doutrinal os 24
pontos, foi elaborado um livreto intitulado: Trinta Pontos Básicos de Nossa Fé. Como é possível
observar, em fins da década de 50, a evolução doutrinária já era realidade. Por isso, por decisão da
Assembléia Geral, ficou determinado que os Trinta Pontos de Nossa Fé fossem escritos em forma
de lições, com o nome Doutrinal A responsabilidade de preparar o material, coube ao pastor
Genésio Mendes. Assim, no início de 1962, veio a público a primeira edição do Doutrinal. Na
terceira edição, publicada em março de 1969, o Doutrinal recebeu um novo assunto, que passou a
fazer parte dos trinta pontos, sendo que, em Assembléias Gerais anteriores a 1969, o assunto sobre o
dia da morte de Jesus e o dia de sua ressurreição foi estudado com bastante cuidado, critério e
oração, o que levou as pessoas empenhadas nesse estudo à conclusão de que Jesus não havia
morrido numa sexta-feira, nem ressuscitado no primeiro dia da semana. Todos os estudos,
devidamente fundamentados na Bíblia Sagrada, davam outro rumo ao assunto: Jesus morreu numa
quarta-feira, foi sepultado antes do pôr-do-sol, e, como cumprimento de suas próprias palavras (Mt
12:40), passou exatamente três dias e três noites na sepultura, vindo a ressuscitar no fim desse
período de 72 horas, que se completou no sábado, à tarde, ao pôr-do-sol. Confirmando as palavras
de Jesus, quanto ao sinal e sua veracidade, o evangelista Mateus informa que Ele ressuscitou três
dias e três noites após o seu sepultamento, no mesmo horário em que foi sepultado (Mt 28:1-6).
Sendo esse assunto aprovado por unanimidade pela Assembléia Geral, com o título: O Axioma
da Ressurreição, foi incluso no Doutrinal Para não acrescentar o número dos trinta pontos,
dois assuntos foram unidos,formando a Lição n° 2: A Criação e a Triunidade Divina.
Outros assuntos vieram a enriquecer o conjunto doutrinário. Entre o surgimento do Doutrinal os 24
pontos, foi elaborado um livreto intitulado: Trinta Pontos Básicos de Nossa Fé. Como é possível
observar, em fins da década de 50, a evolução doutrinária já era realidade. Por isso, por decisão da
Assembléia Geral, ficou determinado que os Trinta Pontos de Nossa Fé fossem escritos em forma
de lições, com o nome Doutrinal A responsabilidade de preparar o material, coube ao pastor
Genésio Mendes. Assim, no início de 1962, veio a público a primeira edição do Doutrinal. Na
terceira edição, publicada em março de 1969, o Doutrinal recebeu um novo assunto, que passou a
fazer parte dos trinta pontos, sendo que, em Assembléias Gerais anteriores a 1969, o assunto sobre o
dia da morte de Jesus e o dia de sua ressurreição foi estudado com bastante cuidado, critério e
oração, o que levou as pessoas empenhadas nesse estudo à conclusão de que Jesus não havia
morrido numa sexta-feira, nem ressuscitado no primeiro dia da semana. Todos os estudos,
devidamente fundamentados na Bíblia Sagrada, davam outro rumo ao assunto: Jesus morreu numa
quarta-feira, foi sepultado antes do pôr-do-sol, e, como cumprimento de suas próprias palavras (Mt
12:40), passou exatamente três dias e três noites na sepultura, vindo a ressuscitar no fim desse
período de 72 horas, que se completou no sábado, à tarde, ao pôr-do-sol. Confirmando as palavras
de Jesus, quanto ao sinal e sua veracidade, o evangelista Mateus informa que Ele ressuscitou três
dias e três noites após o seu sepultamento, no mesmo horário em que foi sepultado (Mt 28:1-6).
Sendo esse assunto aprovado por unanimidade pela Assembléia Geral, com o título: O Axioma
da Ressurreição, foi incluso no Doutrinal Para não acrescentar o número dos trinta pontos,
dois assuntos foram unidos,formando a Lição n° 2: A Criação e a Triunidade Divina.
Os pontos de fé da Igreja Adventista da Promessa são:
1. A Bíblia Sagrada: "A palavra de Deus"
Conforme Isaías 34:16, cremos que a Bíblia Sagrada é o Livro do Senhor. Produzida por homens
santos, foi inspirada pelo Espírito Santo, sendo, assim, a palavra de Deus, que é luz para o nosso
caminho e guia para a nossa vida (II.Pé.1:20 e 21; II.Tim.3:15-17; SI 119:105).
Conforme Isaías 34:16, cremos que a Bíblia Sagrada é o Livro do Senhor. Produzida por homens
santos, foi inspirada pelo Espírito Santo, sendo, assim, a palavra de Deus, que é luz para o nosso
caminho e guia para a nossa vida (II.Pé.1:20 e 21; II.Tim.3:15-17; SI 119:105).
2. A Criação e a Triunidade Divina
Cremos que a criação de todas as coisas, inclusive do homem como ser humano, foi obra das mãos
de Deus Pai, Filho e Espírito Santo. (Gn 1:1 e 26,Jo l:1-3; Hb 1:2; Jó 33:4; SI 104:30). Cremos na
Triunidade Divina: Pai, Filho e Espírito Santo. O Deus único em essência, revelado nas três pessoas
da Santíssima Trindade (Jo 15:26; Mt 28:19; II Cor 13:13 – Ex.20:1 – 2 Jo. 1:1-3 8:58 20:28
At.5:3-4.. ) .
Cremos que a criação de todas as coisas, inclusive do homem como ser humano, foi obra das mãos
de Deus Pai, Filho e Espírito Santo. (Gn 1:1 e 26,Jo l:1-3; Hb 1:2; Jó 33:4; SI 104:30). Cremos na
Triunidade Divina: Pai, Filho e Espírito Santo. O Deus único em essência, revelado nas três pessoas
da Santíssima Trindade (Jo 15:26; Mt 28:19; II Cor 13:13 – Ex.20:1 – 2 Jo. 1:1-3 8:58 20:28
At.5:3-4.. ) .
3. Queda e Restauração do Homem
O homem foi criado pelas mãos de Deus e foi feito perfeito, mas, pelo livre arbítrio, pecou
transgredindo a ordem divina, no Éden (Gn 1:26 e 27, 2:16 e 17, 3:1-6 e 17-19). Ali mesmo, Deus
deu ao homem a promessa da redenção (Gn 3:15). Essa promessa divina cumpriu-se em Jesus, o
Redentor 19:10; At 5:30 e 31.
O homem foi criado pelas mãos de Deus e foi feito perfeito, mas, pelo livre arbítrio, pecou
transgredindo a ordem divina, no Éden (Gn 1:26 e 27, 2:16 e 17, 3:1-6 e 17-19). Ali mesmo, Deus
deu ao homem a promessa da redenção (Gn 3:15). Essa promessa divina cumpriu-se em Jesus, o
Redentor 19:10; At 5:30 e 31.
4. Jesus: "Mediador e Salvador"
Cremos que Jesus, o Filho de Deus, foi enviado ao mundo para cumprir a divina promessa da
redenção. Morrendo na cruz pelos nossos pecados, como Cordeiro de Deus (Jo 1:29), tornou-se
nosso único Mediador e Salvador (Jo 14:6; I Tim 2:5; Lc 2:11; Jo 4:44).
Cremos que Jesus, o Filho de Deus, foi enviado ao mundo para cumprir a divina promessa da
redenção. Morrendo na cruz pelos nossos pecados, como Cordeiro de Deus (Jo 1:29), tornou-se
nosso único Mediador e Salvador (Jo 14:6; I Tim 2:5; Lc 2:11; Jo 4:44).
5. Arrependimento e Conversão
São os dois passos decisivos para o pecador que aceita Jesus como Salvador e Senhor de sua vida.
Em virtude de a pregação de Jesus ser um chamado ao arrependimento (Mc 1:15), Pedro, no
Pentecostes, começou o seu diálogo com a multidão falando da necessidade desse arrependimento
(At 2:38), cujo resultado é a conversão, que é fruto do Espírito Santo, capaz de levar o arrependido
a mudar a direção de sua vida, do caminho da morte para o caminho da vida eterna (At 3:19, 26:18-
20; I Ts 1:9).
São os dois passos decisivos para o pecador que aceita Jesus como Salvador e Senhor de sua vida.
Em virtude de a pregação de Jesus ser um chamado ao arrependimento (Mc 1:15), Pedro, no
Pentecostes, começou o seu diálogo com a multidão falando da necessidade desse arrependimento
(At 2:38), cujo resultado é a conversão, que é fruto do Espírito Santo, capaz de levar o arrependido
a mudar a direção de sua vida, do caminho da morte para o caminho da vida eterna (At 3:19, 26:18-
20; I Ts 1:9).
6. O Batismo do Arrependimento
Cremos que o batismo é a porta de entrada à comunhão da Igreja. Deve ser realizado na forma de
imersão, para cumprir o seu simbolismo (Mt 3:6 e 16; Rom 6:3; Cl 2:12), e em nome do Pai, do
Filho e do Espírito Santo (Mt 28:19).
Cremos que o batismo é a porta de entrada à comunhão da Igreja. Deve ser realizado na forma de
imersão, para cumprir o seu simbolismo (Mt 3:6 e 16; Rom 6:3; Cl 2:12), e em nome do Pai, do
Filho e do Espírito Santo (Mt 28:19).
7. Batismo no Espírito Santo
Cremos no batismo no Espírito Santo, como promessa anunciada (Is 44:3; Jl 2:28-30), como
promessa confirmada (Mt 3:11; Lc 24:49; At 1:5), como promessa cumprida (At 2:1-4 e 33). Essa
bênção divina não se limitou ao Cenáculo, mas acompanhou a Igreja de Deus e chegou até nós (At
2:39,10:44-46,19:1-6). Cremos, também, que as línguas estranhas são o sinal do batismo no Espírito
Santo, como referidas nos textos acima ( At 2:1-4.,10:44-46,19:1-6. I Cor.14:2).
Cremos no batismo no Espírito Santo, como promessa anunciada (Is 44:3; Jl 2:28-30), como
promessa confirmada (Mt 3:11; Lc 24:49; At 1:5), como promessa cumprida (At 2:1-4 e 33). Essa
bênção divina não se limitou ao Cenáculo, mas acompanhou a Igreja de Deus e chegou até nós (At
2:39,10:44-46,19:1-6). Cremos, também, que as línguas estranhas são o sinal do batismo no Espírito
Santo, como referidas nos textos acima ( At 2:1-4.,10:44-46,19:1-6. I Cor.14:2).
8. Batismo no Espírito Santo
Cremos no batismo no Espírito Santo, como promessa: anunciada (Is 44:3; Jl 2:28-30) confirmada
(Mt 3:11; Lc 24:49; At 1:5) E cumprida (At 2:1-4 e 33). Essa bênção divina não se limitou ao
Cenáculo, mas acompanhou a Igreja de Deus e chegou até nós (At 2:39,10:44-46,19:1-6). Cremos,
também, que as línguas estranhas são o sinal do batismo no Espírito Santo, como referidas nos
textos acima ( At 2:1-4.,10:44-46,19:1-6. I Cor.14:2).
Cremos no batismo no Espírito Santo, como promessa: anunciada (Is 44:3; Jl 2:28-30) confirmada
(Mt 3:11; Lc 24:49; At 1:5) E cumprida (At 2:1-4 e 33). Essa bênção divina não se limitou ao
Cenáculo, mas acompanhou a Igreja de Deus e chegou até nós (At 2:39,10:44-46,19:1-6). Cremos,
também, que as línguas estranhas são o sinal do batismo no Espírito Santo, como referidas nos
textos acima ( At 2:1-4.,10:44-46,19:1-6. I Cor.14:2).
9. Dons Espirituais
Cremos nos dons espirituais como dádiva divina à Igreja. Cremos que eles operam para aquilo que
for útil. (I Cor 12:7 e 11) A lista destes Dons se encontram em Romanos. 12: 3 – 8. I Coríntios 12:8-
10. Efésios 4:11 I Ped. 4:10 - 11. Esses dons são, portanto, obra exclusiva da triunidade Divina (I
Cor 12: 4 – 6 -) e se manifestam para a edificação da Igreja (I Cor 12: 7 e 11. 14:12).
Cremos nos dons espirituais como dádiva divina à Igreja. Cremos que eles operam para aquilo que
for útil. (I Cor 12:7 e 11) A lista destes Dons se encontram em Romanos. 12: 3 – 8. I Coríntios 12:8-
10. Efésios 4:11 I Ped. 4:10 - 11. Esses dons são, portanto, obra exclusiva da triunidade Divina (I
Cor 12: 4 – 6 -) e se manifestam para a edificação da Igreja (I Cor 12: 7 e 11. 14:12).
9. Ordenanças Instituídas por Cristo
Cremos nas ordenanças como cerimônias religiosas espirituais, dadas por Cristo à sua Igreja. São
elas: O Batismo por imersão. (Mt 3:1 e 6; Jo 3:23) a Ceia do Senhor (Lc 22:19 e 20; I Cor 11:23-25,
10:16). E o Lava-pés, como instituído por Jesus instituição da Ceia (Jo 13:4-17).
Cremos nas ordenanças como cerimônias religiosas espirituais, dadas por Cristo à sua Igreja. São
elas: O Batismo por imersão. (Mt 3:1 e 6; Jo 3:23) a Ceia do Senhor (Lc 22:19 e 20; I Cor 11:23-25,
10:16). E o Lava-pés, como instituído por Jesus instituição da Ceia (Jo 13:4-17).
10. Reverência às Coisas Santas
A reverência é uma atitude de profundo respeito do ser humano às coisas santas. O crente deve
reverenciar:
A Deus (He 2:20; SI 89:7)
A Igreja corpo de Cristo. (Lv 19:30)
As autoridades eclesiásticas (Ml 2:7; At 23:5)
A casa de Deus (E c 5:1; I Tim 3:15).
Tudo deve ser feito em respeito à palavra de Deus (Lv 27:28-32).
A reverência é uma atitude de profundo respeito do ser humano às coisas santas. O crente deve
reverenciar:
A Deus (He 2:20; SI 89:7)
A Igreja corpo de Cristo. (Lv 19:30)
As autoridades eclesiásticas (Ml 2:7; At 23:5)
A casa de Deus (E c 5:1; I Tim 3:15).
Tudo deve ser feito em respeito à palavra de Deus (Lv 27:28-32).
11. A Sã Doutrina
Denomina-se sã doutrina o conjunto de doutrinas bíblicas sadia. Há muitos ensinos religiosos que
configuram heresias e doutrinas estranhas; por isso, a sã doutrina deve ser a prova da Verdade. Com
base nisso, o próprio Jesus citou doutrinas de homens (Mc 7:7) e o autor da carta aos hebreus
lembra que há doutrinas estranhas (Hb 13:9). Nesse sentido, a sã doutrina existe para colocar a
Verdade eterna na sua real posição (T t 1:9; I Tim 1:10).
Denomina-se sã doutrina o conjunto de doutrinas bíblicas sadia. Há muitos ensinos religiosos que
configuram heresias e doutrinas estranhas; por isso, a sã doutrina deve ser a prova da Verdade. Com
base nisso, o próprio Jesus citou doutrinas de homens (Mc 7:7) e o autor da carta aos hebreus
lembra que há doutrinas estranhas (Hb 13:9). Nesse sentido, a sã doutrina existe para colocar a
Verdade eterna na sua real posição (T t 1:9; I Tim 1:10).
12. Santificação no Porte e na Conduta Cristã
Cremos que o crente em Jesus torna-se "nova criatura". A partir daí, sua maneira de viver,
referente ao porte cristão e à conduta do caráter, deve refletir Cristo na vida da pessoa. As formas
velhas do procedimento mundano não se coadunam mais com a mente renovada pelo santo
evangelho. Em todas as circunstâncias da vida, o crente deve ser luz para não produzir escândalos
(Fp 2:15; I Cor 10:32; I Pé 3:2-4).
Cremos que o crente em Jesus torna-se "nova criatura". A partir daí, sua maneira de viver,
referente ao porte cristão e à conduta do caráter, deve refletir Cristo na vida da pessoa. As formas
velhas do procedimento mundano não se coadunam mais com a mente renovada pelo santo
evangelho. Em todas as circunstâncias da vida, o crente deve ser luz para não produzir escândalos
(Fp 2:15; I Cor 10:32; I Pé 3:2-4).
13. Abstinência e Temperança
Cremos na lei que regula o direito aos alimentos permitidos e declarados limpos, especialmente no
que se refere às carnes, conforme o capítulo 11 de Levítico. As referências às coisas imundas passa
por toda a Bíblia, para orientar os fiéis na obediência à palavra de Deus e no cuidado com a saúde é
a temperança (Jó 14:4; Is 65:4, 66:17; II Cor 6:17; Ap 18:2). Cumprimos estas leis por uma ordem
soberana de Deus visando a nossa obediência e santidade. Levitico 11: 1-2 - 44-47.
Cremos na lei que regula o direito aos alimentos permitidos e declarados limpos, especialmente no
que se refere às carnes, conforme o capítulo 11 de Levítico. As referências às coisas imundas passa
por toda a Bíblia, para orientar os fiéis na obediência à palavra de Deus e no cuidado com a saúde é
a temperança (Jó 14:4; Is 65:4, 66:17; II Cor 6:17; Ap 18:2). Cumprimos estas leis por uma ordem
soberana de Deus visando a nossa obediência e santidade. Levitico 11: 1-2 - 44-47.
14. A Oração e sua Eficácia
Cremos que a oração é o meio de o crente falar com Deus. E na oração que ele agradece, louva e
suplica ao Senhor, que lhe responde, o que é maravilhoso e benéfico ao crente que ora com fé
naquele que tudo pode (SI 69:13; Is 59:7; I Rs 18:36-38). Embora a oração possa acontecer em
várias circunstâncias e em momentos diferentes (Is 38:2-5; Jn 2:1), adotamos, para os trabalhos
regulares e oficiais, a oração de joelhos, como forma de adoração e reverência, e em conjunto (Ep
2:10; Rom 14:11; At 20:35 e 36, At 1:14, 12:5).
Cremos que a oração é o meio de o crente falar com Deus. E na oração que ele agradece, louva e
suplica ao Senhor, que lhe responde, o que é maravilhoso e benéfico ao crente que ora com fé
naquele que tudo pode (SI 69:13; Is 59:7; I Rs 18:36-38). Embora a oração possa acontecer em
várias circunstâncias e em momentos diferentes (Is 38:2-5; Jn 2:1), adotamos, para os trabalhos
regulares e oficiais, a oração de joelhos, como forma de adoração e reverência, e em conjunto (Ep
2:10; Rom 14:11; At 20:35 e 36, At 1:14, 12:5).
15. Cura Divina
Cremos que Jesus pode curar as enfermidades, pois esta é promessa de sua Palavra (Mc 16:18; At
4:30; Tg 5:16). A cura divina pode ser alcançada pela imposição das mãos (Mc 16:18), pela oração
(Tg 5:16) e pela unção com óleo, ministrada pelo pastor ou pelo presbítero (Mar 6:7 -13. Tia.5:14.)
Há casos em que se manifesta os dons de curar (I Cor 12:9).
Cremos que Jesus pode curar as enfermidades, pois esta é promessa de sua Palavra (Mc 16:18; At
4:30; Tg 5:16). A cura divina pode ser alcançada pela imposição das mãos (Mc 16:18), pela oração
(Tg 5:16) e pela unção com óleo, ministrada pelo pastor ou pelo presbítero (Mar 6:7 -13. Tia.5:14.)
Há casos em que se manifesta os dons de curar (I Cor 12:9).
16. Os Dez Mandamentos
Cremos que a lei moral, contida nos dez mandamentos, deve ser observada pelo crente em Cristo
Jesus (Ec 12:13; Rom 2:13). Cremos que a lei é eterna e não findou na cruz (Mt 5:17; Lc.16:17.).
Ao contrário do que muitos ensinam, a morte de Jesus na cruz não anula a obediência aos seus
ensinamentos. Dessa forma, a guarda aos dez mandamentos é a prova de que amamos a Deus (Jo
14:21, 15:10; I Jo 2:4 5:2-3).
Cremos que a lei moral, contida nos dez mandamentos, deve ser observada pelo crente em Cristo
Jesus (Ec 12:13; Rom 2:13). Cremos que a lei é eterna e não findou na cruz (Mt 5:17; Lc.16:17.).
Ao contrário do que muitos ensinam, a morte de Jesus na cruz não anula a obediência aos seus
ensinamentos. Dessa forma, a guarda aos dez mandamentos é a prova de que amamos a Deus (Jo
14:21, 15:10; I Jo 2:4 5:2-3).
17. Sábado, dia de Repouso
Cremos que o sábado é o dia de repouso cristão, que foi abençoado e santificado por Deus, na
criação (Gn 2:2). Na entrega da lei, no monte Sinai, o sétimo dia, denominado sábado, aparece
como o dia abençoado e separado para o repouso do povo de Deus, (Ex 20:8-11). A semana
permanece, portanto, como formada na criação, composta por sete dias; logo, o sétimo continua
sendo o dia de repouso. Em toda a Bíblia, não há nenhuma menção de mudança do dia de sábado
para outro qualquer. Jesus confirmou a bênção da criação, dizendo: O sábado foi feito por causa do
homem (Mc 2:27), o que equivale a dizer: enquanto o homem existir sobre a face da terra, o sábado
lhe será o dia de repouso. Jesus e seus discípulos guardaram o sábado. Luc. 4:16 e 31. Jo.10:15.
Luc. 23:56. At. 16:16. 18:1-4.
Cremos que o sábado é o dia de repouso cristão, que foi abençoado e santificado por Deus, na
criação (Gn 2:2). Na entrega da lei, no monte Sinai, o sétimo dia, denominado sábado, aparece
como o dia abençoado e separado para o repouso do povo de Deus, (Ex 20:8-11). A semana
permanece, portanto, como formada na criação, composta por sete dias; logo, o sétimo continua
sendo o dia de repouso. Em toda a Bíblia, não há nenhuma menção de mudança do dia de sábado
para outro qualquer. Jesus confirmou a bênção da criação, dizendo: O sábado foi feito por causa do
homem (Mc 2:27), o que equivale a dizer: enquanto o homem existir sobre a face da terra, o sábado
lhe será o dia de repouso. Jesus e seus discípulos guardaram o sábado. Luc. 4:16 e 31. Jo.10:15.
Luc. 23:56. At. 16:16. 18:1-4.
18. Distinção das leis Moral e Cerimonial
Cremos que há distinção entre a lei moral e a lei cerimonial. A lei moral é composta por dez
mandamentos (Dt 4:13) e foi escrita pelo próprio Deus, em duas tábuas de pedra (Ex 31:18). É
chamada de lei perfeita (SI 19:7), lei da liberdade (Tg 2:12), lei de Deus (Rom 7:22 e 25), a verdade
(SI 119:142); não é sombra, porque é chamada lâmpada e luz (Pv 6:23); foi guardada dentro da arca,
que, por sua vez, estava no lugar santíssimo do Tabernáculo (Ex 25:10-22, Lv 16:2). A lei
cerimonial contém todas as instruções referentes ao trabalho do santuário, e, por ordem de Deus,
foi escrita por Moisés em um livro (Dt 31:24), guardada fora da arca, ao seu lado (w. 25 e 26).
Todos os regulamentos religiosos e festivos de Israel estavam nessa lei, que, por isso, é chamada lei
de ordenanças ( Normas de culto). (Ef 2:15; Cl 2:14-16). Era considerada sombra das coisas futuras
(Cl 2:17; Hb l0:l); portanto, não se confunde com a lei moral. As duas aparecem nitidamente
separadas, em I Cor 7:19 Jo.7:21 - 24.
Cremos que há distinção entre a lei moral e a lei cerimonial. A lei moral é composta por dez
mandamentos (Dt 4:13) e foi escrita pelo próprio Deus, em duas tábuas de pedra (Ex 31:18). É
chamada de lei perfeita (SI 19:7), lei da liberdade (Tg 2:12), lei de Deus (Rom 7:22 e 25), a verdade
(SI 119:142); não é sombra, porque é chamada lâmpada e luz (Pv 6:23); foi guardada dentro da arca,
que, por sua vez, estava no lugar santíssimo do Tabernáculo (Ex 25:10-22, Lv 16:2). A lei
cerimonial contém todas as instruções referentes ao trabalho do santuário, e, por ordem de Deus,
foi escrita por Moisés em um livro (Dt 31:24), guardada fora da arca, ao seu lado (w. 25 e 26).
Todos os regulamentos religiosos e festivos de Israel estavam nessa lei, que, por isso, é chamada lei
de ordenanças ( Normas de culto). (Ef 2:15; Cl 2:14-16). Era considerada sombra das coisas futuras
(Cl 2:17; Hb l0:l); portanto, não se confunde com a lei moral. As duas aparecem nitidamente
separadas, em I Cor 7:19 Jo.7:21 - 24.
19. Manutenção da Obra: "Dízimos e Ofertas"
Cremos que o dízimo é uma determinação legal a todo filho de Deus. Foi instituído para a
manutenção do ministério eclesiástico (Lv 18:21), como ordena a Bíblia: Trazei todos os dízimos à
casa do tesouro (Ml 3:10). O dízimo representa a décima parte dos proventos da pessoa. Dessa
forma, o crente que é fiel entrega o dízimo em obediência à Palavra e numa forma de louvor e
agradecimento a Deus. Já as ofertas são voluntárias, uma vez que o crente contribui segundo suas
condições e o seu coração (II Cor 9:7).
Cremos que o dízimo é uma determinação legal a todo filho de Deus. Foi instituído para a
manutenção do ministério eclesiástico (Lv 18:21), como ordena a Bíblia: Trazei todos os dízimos à
casa do tesouro (Ml 3:10). O dízimo representa a décima parte dos proventos da pessoa. Dessa
forma, o crente que é fiel entrega o dízimo em obediência à Palavra e numa forma de louvor e
agradecimento a Deus. Já as ofertas são voluntárias, uma vez que o crente contribui segundo suas
condições e o seu coração (II Cor 9:7).
20. Submissão às Autoridades e Liberdade de Consciência
A Bíblia determina que deve haver submissão, por parte dos crentes, às autoridades seculares (Rom
13:1-7) e às autoridades religiosas (Hb 13: 7 e 17) essa submissão aos Homens só cessa quando nos
leva a desobedecer a palavra de Deus ( At.5:27 – 29.). A liberdade de consciência é um direito
garantido a todo cidadão, pela Constituição Nacional. Isso garante ao crente exercer a sua fé, sem
constrangimentos ou censuras. A Liberdade de consciência cristã deve ser, também, praticada e
respeitada (Dn 3:12-18; At 21:37-40; 22:25-29).
A Bíblia determina que deve haver submissão, por parte dos crentes, às autoridades seculares (Rom
13:1-7) e às autoridades religiosas (Hb 13: 7 e 17) essa submissão aos Homens só cessa quando nos
leva a desobedecer a palavra de Deus ( At.5:27 – 29.). A liberdade de consciência é um direito
garantido a todo cidadão, pela Constituição Nacional. Isso garante ao crente exercer a sua fé, sem
constrangimentos ou censuras. A Liberdade de consciência cristã deve ser, também, praticada e
respeitada (Dn 3:12-18; At 21:37-40; 22:25-29).
21. O Casamento, o Lar e a Família.
Cremos que o casamento ( conforme preceituado na palavra de Deus entre macho e fêmea) é a
base e a segurança da família, pois um lar não é feito de pedras frias da casa (o edifício),mas,
essencialmente, de amor, compreensão, respeito, comunhão e submissão, o que só se pode
conseguir numa família legitimamente constituída sob as bases legais e sob a bênção do Deus
eterno. Por isso, Paulo aconselha que todo casamento seja realizado no Senhor, isto é, conforme a
vontade de Deus (I Cor 7:39).
Cremos que o casamento ( conforme preceituado na palavra de Deus entre macho e fêmea) é a
base e a segurança da família, pois um lar não é feito de pedras frias da casa (o edifício),mas,
essencialmente, de amor, compreensão, respeito, comunhão e submissão, o que só se pode
conseguir numa família legitimamente constituída sob as bases legais e sob a bênção do Deus
eterno. Por isso, Paulo aconselha que todo casamento seja realizado no Senhor, isto é, conforme a
vontade de Deus (I Cor 7:39).
22. O Ministério Eclesiástico
Cremos que o ministério eclesiástico começou em Cristo, na escolha dos doze discípulos e, depois,
dos setenta (Mt 10:1-6;Lc 10:1 e 2). A escolha e a ordenação passou pelo ministério apostólico,
seguindo,através da história da igreja, até nossos dias (At 13:1-3; I Tim 4:14; Tito 1:5). Cremos que
há, na Bíblia, dois graus de consagração: diaconato e presbiterato (At 6:1-6; I Tim 3:1, 2 e 8-11; I
Pé 5:1). Os títulos - pastor, missionário, evangelista e obreiro - dizem respeito à função e não ao
ofício. Do estudo desse assunto, resulta, portanto, à chamada linhagem de consagração.
Cremos que o ministério eclesiástico começou em Cristo, na escolha dos doze discípulos e, depois,
dos setenta (Mt 10:1-6;Lc 10:1 e 2). A escolha e a ordenação passou pelo ministério apostólico,
seguindo,através da história da igreja, até nossos dias (At 13:1-3; I Tim 4:14; Tito 1:5). Cremos que
há, na Bíblia, dois graus de consagração: diaconato e presbiterato (At 6:1-6; I Tim 3:1, 2 e 8-11; I
Pé 5:1). Os títulos - pastor, missionário, evangelista e obreiro - dizem respeito à função e não ao
ofício. Do estudo desse assunto, resulta, portanto, à chamada linhagem de consagração.
23. Imortalidade Condicional
Cremos que o homem é mortal por natureza. Na morte, ele permanece em estado de inconsciência
(Ec 9:5 e 10; Is 38:18 e 19; SI 146: 3 e 4) e só voltará à vida pela ressurreição (Jo 5:28 e 29; I Cor
15:51-54; I Ts 4:15 e 16), quando, então, os justos herdarão a recompensa e receberão a coroa da
vida (Lc 14:14; II Tim 4:6-8). Só quem possui a imortalidade inerente é Deus (I Tim l:17, 6:15 e
16).
Cremos que o homem é mortal por natureza. Na morte, ele permanece em estado de inconsciência
(Ec 9:5 e 10; Is 38:18 e 19; SI 146: 3 e 4) e só voltará à vida pela ressurreição (Jo 5:28 e 29; I Cor
15:51-54; I Ts 4:15 e 16), quando, então, os justos herdarão a recompensa e receberão a coroa da
vida (Lc 14:14; II Tim 4:6-8). Só quem possui a imortalidade inerente é Deus (I Tim l:17, 6:15 e
16).
24. O Axioma da Ressurreição
Cremos que Jesus morreu em uma quarta-feira e ressuscitou três dias e três noites depois, período
que terminou no Sábado, ao por do sol, exatamente 72 horas depois que fora deposto na sepultura
(Mt 12:40, 28:1-6 – Mat.28:1 – 7.).
Cremos que Jesus morreu em uma quarta-feira e ressuscitou três dias e três noites depois, período
que terminou no Sábado, ao por do sol, exatamente 72 horas depois que fora deposto na sepultura
(Mt 12:40, 28:1-6 – Mat.28:1 – 7.).
25. A Segunda Vinda de Cristo
Cremos no advento de Cristo; por isso, somos adventistas. Jesus cumpriu seu ministério terreno (Jo
17:4), morreu e ressuscitou, subindo ao céu, de onde viera (Atos 2:23 e 24; Mc 16:19; At 1:9).
Voltará, em sua segunda vinda, para buscar os redimidos, salvos por ele (Jo 14:3; Fp 3:20; Hb.9:28),
e essa vinda será visível e pessoal ( Mat.24: 29 - 31.At 1:10 - 11).
Cremos no advento de Cristo; por isso, somos adventistas. Jesus cumpriu seu ministério terreno (Jo
17:4), morreu e ressuscitou, subindo ao céu, de onde viera (Atos 2:23 e 24; Mc 16:19; At 1:9).
Voltará, em sua segunda vinda, para buscar os redimidos, salvos por ele (Jo 14:3; Fp 3:20; Hb.9:28),
e essa vinda será visível e pessoal ( Mat.24: 29 - 31.At 1:10 - 11).
26. Ressurreição dos Mortos
Cremos na ressurreição dos mortos, como a severa Paulo, em Atos 24:14: Tendo esperança em
Deus, como estes mesmos também esperam, que há de haver ressurreição de mortos, assim dos
justos como dos injustos. A ressurreição dos justos dar-se-á por ocasião da volta de Jesus (Lc 14:14);
a dos ímpios, após o milênio (Ap 20:5). A morte, para o justo, é chamada de sono; ele acordará ao
som da última trombeta (I Ts 4:14-16).
Cremos na ressurreição dos mortos, como a severa Paulo, em Atos 24:14: Tendo esperança em
Deus, como estes mesmos também esperam, que há de haver ressurreição de mortos, assim dos
justos como dos injustos. A ressurreição dos justos dar-se-á por ocasião da volta de Jesus (Lc 14:14);
a dos ímpios, após o milênio (Ap 20:5). A morte, para o justo, é chamada de sono; ele acordará ao
som da última trombeta (I Ts 4:14-16).
27. O Milênio
Cremos que haverá um período de mil anos, chamado milênio, este acontecerá exatamente entre as
duas ressurreições: começará com a ressurreição dos justos e terminará com a dos injustos (Ap
20:4-6). Durante esse período, a terra estará vazia e assolada, como o abismo (Jr 4:23-Ap 20:1-3).
Os justos salvos estarão nos céus (Jo 14:1-3; Fp 3:20). Ali, realiza - se o juízo dos ímpios e dos
anjos maus (SI 149:7-9; I Cor 6:2 e 3; Ap 20:4). Findo o milênio, os ímpios ressuscitarão (Ap 20:7),
e, logo, empreenderão, sob o comando de satanás, a última batalha deles contra o povo de Deus;
mas serão destruídos no fogo eterno e se tornarão cinza sobre a terra (Ml 4:3; Ap 20:9 e 10).
Jerusalém, cidade eterna, será colocada na terra renovada, para todo o sempre (Ap 21:1-7).
Cremos que haverá um período de mil anos, chamado milênio, este acontecerá exatamente entre as
duas ressurreições: começará com a ressurreição dos justos e terminará com a dos injustos (Ap
20:4-6). Durante esse período, a terra estará vazia e assolada, como o abismo (Jr 4:23-Ap 20:1-3).
Os justos salvos estarão nos céus (Jo 14:1-3; Fp 3:20). Ali, realiza - se o juízo dos ímpios e dos
anjos maus (SI 149:7-9; I Cor 6:2 e 3; Ap 20:4). Findo o milênio, os ímpios ressuscitarão (Ap 20:7),
e, logo, empreenderão, sob o comando de satanás, a última batalha deles contra o povo de Deus;
mas serão destruídos no fogo eterno e se tornarão cinza sobre a terra (Ml 4:3; Ap 20:9 e 10).
Jerusalém, cidade eterna, será colocada na terra renovada, para todo o sempre (Ap 21:1-7).
28. O Juízo Final
Cremos que todo ser humano passará pelo juízo divino ( Ec 12:14 – Rom.14:10) o Senhor Jesus
Cristo será o juiz ( At. 17:31), e que o mesmo será feito com base na santa e imutável lei de Deus
(Ec 12:13; Tia.2:8-12), e esse processo determinará qual será a recompensa de cada um (II Cor 5:10
Ap.20:11 – 15.).
Cremos que todo ser humano passará pelo juízo divino ( Ec 12:14 – Rom.14:10) o Senhor Jesus
Cristo será o juiz ( At. 17:31), e que o mesmo será feito com base na santa e imutável lei de Deus
(Ec 12:13; Tia.2:8-12), e esse processo determinará qual será a recompensa de cada um (II Cor 5:10
Ap.20:11 – 15.).
29. A Extinção do Mal
Cremos que o mal entrou no mundo através da transgressão de nosso pais (Gn 3:17 e 18) e que o
pecado e a morte passaram para toda a humanidade (Rom 5:12). Com a volta de Jesus, tudo se
acabará neste mundo, sim, a causa do mal será eliminada e os seus efeitos serão cessados (Ap 21:4;
1-15).
Cremos que o mal entrou no mundo através da transgressão de nosso pais (Gn 3:17 e 18) e que o
pecado e a morte passaram para toda a humanidade (Rom 5:12). Com a volta de Jesus, tudo se
acabará neste mundo, sim, a causa do mal será eliminada e os seus efeitos serão cessados (Ap 21:4;
1-15).
30. A Nova Terra: "Lar dos Remidos"
Cremos que a nova terra será o lar eterno dos remidos do Senhor. Promessas há, através da Bíblia,
garantindo aos salvos esse lar de paz e vida eterna (Is 65:17-19; Is 35:1-10; II Pé 3:13; Ap 21:1,
22:1-5).
Cremos que a nova terra será o lar eterno dos remidos do Senhor. Promessas há, através da Bíblia,
garantindo aos salvos esse lar de paz e vida eterna (Is 65:17-19; Is 35:1-10; II Pé 3:13; Ap 21:1,
22:1-5).
Outros assuntos
A evolução doutrinária não parou somente no Axioma da Ressurreição. Os trinta pontos foram
melhorados, na forma doutrinária, para terem mais clareza da verdade. Outro assunto que
mereceu muitos e acurados estudos foi o que se refere a Daniel 8:14 - As duas mil e trezentas
tardes e manhãs. Como a teologia adventista do sétimo dia estava ainda nas mentes das pessoas, de
modo particular, naquelas que eram oriundas desta Igreja, o assunto foi apresentado duas vezes, em
duas Assembléias Gerais, antes de ser devidamente aprovado. A forma da IAP de entender o
assunto prevaleceu, por estar sustentada em interpretação hermenêutica e doutrinária, com base na
Bíblia e na história.
Dessa maneira, para os adventistas da promessa, "duas mil e trezentas tardes e manhãs" não são
"2.390 anos", mas, efetivamente, referem-se a "dois mil e trezentos" sacrifícios, que resultam
num período de 1.150 dias ou 3 anos literais. Essa interpretação atende plenamente às exigências de
Daniel 8. Seguindo a narração do capítulo, na sequencia dos símbolos que ele apresenta, as duas mil
e trezentas tardes e manhãs referem-se aos anos de 168-165 a.C. Todas as evidencias bíblicas,
comprovadas pela história dos reinos universais e do povo judeu, são muito patentes e claras em
provar que o período mencionado no versículo 14 cumpriu-se fielmente com Antíoco Epífanes, que
deu cumprimento cabal e pleno à profecia. Esse assunto não entrou no Doutrinal, mas já foi
estudado em Lições Bíblicas e é certa e liquida entre nós a sua compreensão, como acima
mencionada. Ele forma um capítulo do livro Iuz para o teu caminho, de autoria do Pr. Genésio
Mendes.
A evolução doutrinária não parou somente no Axioma da Ressurreição. Os trinta pontos foram
melhorados, na forma doutrinária, para terem mais clareza da verdade. Outro assunto que
mereceu muitos e acurados estudos foi o que se refere a Daniel 8:14 - As duas mil e trezentas
tardes e manhãs. Como a teologia adventista do sétimo dia estava ainda nas mentes das pessoas, de
modo particular, naquelas que eram oriundas desta Igreja, o assunto foi apresentado duas vezes, em
duas Assembléias Gerais, antes de ser devidamente aprovado. A forma da IAP de entender o
assunto prevaleceu, por estar sustentada em interpretação hermenêutica e doutrinária, com base na
Bíblia e na história.
Dessa maneira, para os adventistas da promessa, "duas mil e trezentas tardes e manhãs" não são
"2.390 anos", mas, efetivamente, referem-se a "dois mil e trezentos" sacrifícios, que resultam
num período de 1.150 dias ou 3 anos literais. Essa interpretação atende plenamente às exigências de
Daniel 8. Seguindo a narração do capítulo, na sequencia dos símbolos que ele apresenta, as duas mil
e trezentas tardes e manhãs referem-se aos anos de 168-165 a.C. Todas as evidencias bíblicas,
comprovadas pela história dos reinos universais e do povo judeu, são muito patentes e claras em
provar que o período mencionado no versículo 14 cumpriu-se fielmente com Antíoco Epífanes, que
deu cumprimento cabal e pleno à profecia. Esse assunto não entrou no Doutrinal, mas já foi
estudado em Lições Bíblicas e é certa e liquida entre nós a sua compreensão, como acima
mencionada. Ele forma um capítulo do livro Iuz para o teu caminho, de autoria do Pr. Genésio
Mendes.
Ali, estão apresentas todas as provas bíblicas e históricas desse tema:
a) Provas bíblicas - Trata-se de um assunto relacionado diretamente ao serviço religioso do
Tabernáculo, referente aos sacrifícios diários ali realizados, e ao dia da expiação, que se dava uma
só vez ao ano, no dia 10 de Etahanim (I Rs 8:2), o sétimo mês do calendário judaico. Esse estudo é
básico, conforme todo o cerimonial do Tabernáculo e as informações da epístola aos Hebreus, para
provar a inveracidade de que Jesus teria passado, no céu, do lugar santo para o santíssimo, em 22 de
outubro de 1844.
b) Provas históricas - Trata-se de um assunto que envolve o desenrolar da história das nações
mencionadas em Daniel capítulos 7 e 8. Conforme a sequencia daquelas nações ali referidas, no cap.
8, só se pode chegar até a divisão do Império Grego, em 331-AC. Este império, de Alexandre
Magno, foi dividido em quatro partes (Dan 8:8), que formaram: a Macedônia, com Cassandro; a
Trácia, com Lisímaco; a Síria, com Seleuco e o Egito, com Ptolomeu. A partir do versículo 9, até o
14, temos a menção de uma das partes, como perseguidora ferrenha dos judeus e de toda a sua
forma de religião e culto. O cumprimento dessa parte da profecia, a ponta pequena do cap.8, onde
estão as 2.300 tardes e manhãs, segundo os mais abalizados historiadores e escritores evangélicos,
aconteceu no tempo da dinastia dos selêucidas, com Antíoco Epífanes, entre os anos 171-165 AC.
Dentro desse período maior, situou-se o das 2.300 tardes e manhãs, equivalente a 3 anos, em 168-
165 AC. Assim, o historiador Flavius Josefus menciona, em sua História dos Hebreus, esse
cumprimento, com todos os detalhes da profecia, de um modo deslumbrante e incontestável. Na
história Adventista da Promessa, pois, a doutrina sempre evoluiu para melhor; a luz sempre
apareceu e brilhou, iluminando o caminho seguro da verdade eterna.
a) Provas bíblicas - Trata-se de um assunto relacionado diretamente ao serviço religioso do
Tabernáculo, referente aos sacrifícios diários ali realizados, e ao dia da expiação, que se dava uma
só vez ao ano, no dia 10 de Etahanim (I Rs 8:2), o sétimo mês do calendário judaico. Esse estudo é
básico, conforme todo o cerimonial do Tabernáculo e as informações da epístola aos Hebreus, para
provar a inveracidade de que Jesus teria passado, no céu, do lugar santo para o santíssimo, em 22 de
outubro de 1844.
b) Provas históricas - Trata-se de um assunto que envolve o desenrolar da história das nações
mencionadas em Daniel capítulos 7 e 8. Conforme a sequencia daquelas nações ali referidas, no cap.
8, só se pode chegar até a divisão do Império Grego, em 331-AC. Este império, de Alexandre
Magno, foi dividido em quatro partes (Dan 8:8), que formaram: a Macedônia, com Cassandro; a
Trácia, com Lisímaco; a Síria, com Seleuco e o Egito, com Ptolomeu. A partir do versículo 9, até o
14, temos a menção de uma das partes, como perseguidora ferrenha dos judeus e de toda a sua
forma de religião e culto. O cumprimento dessa parte da profecia, a ponta pequena do cap.8, onde
estão as 2.300 tardes e manhãs, segundo os mais abalizados historiadores e escritores evangélicos,
aconteceu no tempo da dinastia dos selêucidas, com Antíoco Epífanes, entre os anos 171-165 AC.
Dentro desse período maior, situou-se o das 2.300 tardes e manhãs, equivalente a 3 anos, em 168-
165 AC. Assim, o historiador Flavius Josefus menciona, em sua História dos Hebreus, esse
cumprimento, com todos os detalhes da profecia, de um modo deslumbrante e incontestável. Na
história Adventista da Promessa, pois, a doutrina sempre evoluiu para melhor; a luz sempre
apareceu e brilhou, iluminando o caminho seguro da verdade eterna.
Batismo nos templos
Na década de 90, o Presbitério estudou, também, a implantação do batistério no interior dos templos.
O assunto, por ser polêmico, mereceu, também, cuidadoso estudo. Nesse sentido, vários ângulos
foram considerados, até mesmo a falta de lugares adequados ao ato batismal, e foi levada em
consideração a contaminação dos mananciais e dos rios de águas correntes, que, por estarem
próximos de centros urbanos, terminam com suas águas poluídas por esgotos, etc. Foi levado
também em conta o fato de que há lugares, especialmente no nordeste brasileiro, em que, em certas
épocas do ano, as águas secam, o que impossibilita a realização de batismos. O que mais pesou,
todavia, foi o aspecto doutrinário, em virtude de a Bíblia não citar algo parecido com o batistério
em templos. Depois de muita análise, chegou-se à conclusão de que é o símbolo do batismo que
importa, conforme Rom 6:3 e Cl 2:12, isto é, o ato de "sepultamento". O que basta, portanto, é
haver quantidade de água suficiente para imergir a pessoa.
Ainda se levantou a questão, citada no Didaquê (livro de ensino, escrito no ano 70 d.c), de que o
batismo era realizado em água viva ou corrente. Citou-se, também, o caso do rio Jordão e o texto de
João 3:23, que parece se referir a fontes correntes. Essa era, porém, a situação daquela época. Se a
Igreja fosse tomar por base somente as informações puramente literais, teria de admitir muitas
coisas que hoje não são praticadas, como: andar de sandália, usar roupas longas, com cinto de couro,
só jejuar com a cabeça ungida e o rosto lavado (Mt. 6:16 e 17). Para tudo, portanto, é preciso
critério e discernimento coerente com a verdade e as próprias circunstâncias ligadas ao momento
em que as coisas foram escritas. Hoje, a Igreja, à semelhança daqueles dias, realiza batismos em
rios, lagos e mares. Qual foi então a decisão? Construir, dentro dos templos, o batistério de
dimensões suficientes para a efetivação de dois batismos ao mesmo tempo, tendo, portanto, dois
oficiantes dentro da água. A entrada e a saída da água devem ter a mesma capacidade; assim, no
momento da cerimônia batismal, ficam abertas as torneiras de entrada e saída, dando sucessivo e
equilibrado movimento à água.
Na década de 90, o Presbitério estudou, também, a implantação do batistério no interior dos templos.
O assunto, por ser polêmico, mereceu, também, cuidadoso estudo. Nesse sentido, vários ângulos
foram considerados, até mesmo a falta de lugares adequados ao ato batismal, e foi levada em
consideração a contaminação dos mananciais e dos rios de águas correntes, que, por estarem
próximos de centros urbanos, terminam com suas águas poluídas por esgotos, etc. Foi levado
também em conta o fato de que há lugares, especialmente no nordeste brasileiro, em que, em certas
épocas do ano, as águas secam, o que impossibilita a realização de batismos. O que mais pesou,
todavia, foi o aspecto doutrinário, em virtude de a Bíblia não citar algo parecido com o batistério
em templos. Depois de muita análise, chegou-se à conclusão de que é o símbolo do batismo que
importa, conforme Rom 6:3 e Cl 2:12, isto é, o ato de "sepultamento". O que basta, portanto, é
haver quantidade de água suficiente para imergir a pessoa.
Ainda se levantou a questão, citada no Didaquê (livro de ensino, escrito no ano 70 d.c), de que o
batismo era realizado em água viva ou corrente. Citou-se, também, o caso do rio Jordão e o texto de
João 3:23, que parece se referir a fontes correntes. Essa era, porém, a situação daquela época. Se a
Igreja fosse tomar por base somente as informações puramente literais, teria de admitir muitas
coisas que hoje não são praticadas, como: andar de sandália, usar roupas longas, com cinto de couro,
só jejuar com a cabeça ungida e o rosto lavado (Mt. 6:16 e 17). Para tudo, portanto, é preciso
critério e discernimento coerente com a verdade e as próprias circunstâncias ligadas ao momento
em que as coisas foram escritas. Hoje, a Igreja, à semelhança daqueles dias, realiza batismos em
rios, lagos e mares. Qual foi então a decisão? Construir, dentro dos templos, o batistério de
dimensões suficientes para a efetivação de dois batismos ao mesmo tempo, tendo, portanto, dois
oficiantes dentro da água. A entrada e a saída da água devem ter a mesma capacidade; assim, no
momento da cerimônia batismal, ficam abertas as torneiras de entrada e saída, dando sucessivo e
equilibrado movimento à água.
Assim, as vantagens desse modelo são as seguintes:
1. O ato batismal é realizado dentro do templo, o que proporciona reverência e silêncio, por parte
dos assistentes.
2. Não há o inconveniente do tempo, se muito calor ou muita chuva; nada interfere nem impede a
realização da cerimônia.
3. Evita-se, o que é muito importante, o perigo de água poluída e suja dos rios e lagos. Isso, hoje, é
um sério problema para as próprias autoridades sanitárias.
4. O batistério, preparado nos moldes acima, satisfaz plenamente a exigência religiosa e doutrinária
do batismo, pois o candidato sabe que está sendo imergido em água limpa e corrente .
Essa decisão agradou a Assembleia Geral, que tem aconselhado, através das lideranças eclesiásticas,
a construção de templos com o batistério interior. Hoje, já existem templos equipados com
batistérios lindos e panorâmicos, que podem ser modelo a outros, que, com certeza, serão
construídos. O primeiro batistério inaugurado na IAP foi o da igreja de Jardim Aeroporto, em
Campinas-SP, na Região Paulista. A cerimônia foi realizada pelo presidente do presbitério geral, na
época, Pr. Cassiano Domingos de Souza. Em lugares onde se tem rios de águas limpas ou lagos bem
tratados e ainda oceanos, o batismo pode continuar sendo realizado neles. Porém, onde esses
recursos forem escassos ou até inexistentes, o batistério é a melhor e mais coerente solução para
este problema. Esta solução Resolve e não fere a doutrina do batismo A Igreja tem procurado, ao
longo de sua jornada, atender às palavras do apóstolo Pedro: Antes crescei na graça e no
conhecimento (II Pé 3:18). Essa atitude faz que ela se disponha à evolução doutrinária; porém,
sempre de maneira sábia, criteriosa e sustentada pela Bíblia Sagrada. Essa condição já fez e faz que
a Igreja rejeite tudo aquilo que contraria os princípios doutrinários embasados na suprema verdade,
a Bíblia Sagrada. Já houve quem tentasse mudar esses marcos e colocar outros que não resistiram à
prova da verdade; por isso mesmo, foram de pronto rejeitados. Para a Igreja Adventista da
Promessa, a Bíblia será sempre a sua coluna mestra, em questão de ensino religiosodoutrinário.
Nesse caminho, ela continuará sempre vencendo e crescendo, em qualidade e
verdadeira justiça e santificação.
A evolução doutrinária poderá continuar crescendo, mas com base nos textos bíblicos indicativos do
cuidado que deve haver nessas questões: Examinai tudo, retende o que é bom. ( I Tess 5:21); E eu,
irmãos, apliquei estas coisas por semelhança, a mim e a Apolo, por amor de vós, para que em nós
aprendais a não ir além do que está escrito, não vos ensoberbecendo a favor de um contra o
outro. (I Cor 4:6).
Material recebido da IAP
1. O ato batismal é realizado dentro do templo, o que proporciona reverência e silêncio, por parte
dos assistentes.
2. Não há o inconveniente do tempo, se muito calor ou muita chuva; nada interfere nem impede a
realização da cerimônia.
3. Evita-se, o que é muito importante, o perigo de água poluída e suja dos rios e lagos. Isso, hoje, é
um sério problema para as próprias autoridades sanitárias.
4. O batistério, preparado nos moldes acima, satisfaz plenamente a exigência religiosa e doutrinária
do batismo, pois o candidato sabe que está sendo imergido em água limpa e corrente .
Essa decisão agradou a Assembleia Geral, que tem aconselhado, através das lideranças eclesiásticas,
a construção de templos com o batistério interior. Hoje, já existem templos equipados com
batistérios lindos e panorâmicos, que podem ser modelo a outros, que, com certeza, serão
construídos. O primeiro batistério inaugurado na IAP foi o da igreja de Jardim Aeroporto, em
Campinas-SP, na Região Paulista. A cerimônia foi realizada pelo presidente do presbitério geral, na
época, Pr. Cassiano Domingos de Souza. Em lugares onde se tem rios de águas limpas ou lagos bem
tratados e ainda oceanos, o batismo pode continuar sendo realizado neles. Porém, onde esses
recursos forem escassos ou até inexistentes, o batistério é a melhor e mais coerente solução para
este problema. Esta solução Resolve e não fere a doutrina do batismo A Igreja tem procurado, ao
longo de sua jornada, atender às palavras do apóstolo Pedro: Antes crescei na graça e no
conhecimento (II Pé 3:18). Essa atitude faz que ela se disponha à evolução doutrinária; porém,
sempre de maneira sábia, criteriosa e sustentada pela Bíblia Sagrada. Essa condição já fez e faz que
a Igreja rejeite tudo aquilo que contraria os princípios doutrinários embasados na suprema verdade,
a Bíblia Sagrada. Já houve quem tentasse mudar esses marcos e colocar outros que não resistiram à
prova da verdade; por isso mesmo, foram de pronto rejeitados. Para a Igreja Adventista da
Promessa, a Bíblia será sempre a sua coluna mestra, em questão de ensino religiosodoutrinário.
Nesse caminho, ela continuará sempre vencendo e crescendo, em qualidade e
verdadeira justiça e santificação.
A evolução doutrinária poderá continuar crescendo, mas com base nos textos bíblicos indicativos do
cuidado que deve haver nessas questões: Examinai tudo, retende o que é bom. ( I Tess 5:21); E eu,
irmãos, apliquei estas coisas por semelhança, a mim e a Apolo, por amor de vós, para que em nós
aprendais a não ir além do que está escrito, não vos ensoberbecendo a favor de um contra o
outro. (I Cor 4:6).
Material recebido da IAP



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